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19 de maio de 2026
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Juana Gallego argumenta que o feminismo "morreu de seu próprio sucesso" porque, ao se expandir e diversificar tanto, gerou múltiplas correntes que por vezes se contradizem. Essa proliferação — feminismo branco, feminismo negro, feminismo islâmico, feminismo migrante, feminismo trans, etc. — causou tensões que dificultam a construção de um sujeito político comum: as mulheres como um coletivo.

O autor questiona quem se beneficia dessa divisão e sugere que certos interesses políticos, econômicos e ideológicos estão se aproveitando do caos para enfraquecer a luta pela igualdade.

Juana Gallego (Málaga, 1953) é jornalista, escritora e professora especializada em gênero e comunicação. Lecionou na Universidade Autônoma de Barcelona, ​​onde dirigiu o Mestrado em Gênero e Comunicação e o Observatório para a Igualdade.

Ela é uma figura de destaque no feminismo espanhol, autora de inúmeros ensaios sobre mulheres e mídia, e colaboradora assídua da imprensa. Após sua aposentadoria, continua escrevendo e participando de debates públicos.

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